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O poder da cinta-liga

Três coisas se unem para o delírio das melhores fantasias, pernas, cinta-liga e meia sete oitavos. Homem é visão. O sentido do homem que mais é aguçado no sexo é a visão. Deixe-o ver o essencial e o terá na mão. Tem um mimi entre alguns homens que fala que só perderam a virgindade de verdade aquele que fez sexo com uma mulher que está usando um par de meias sete oitavos, presa por sua cinta-liga.

Um dos maiores artefatos que deixa o homem louco é a cinta-liga. Foi criada em 1874 durante a Era Vitoriana e usada primeiro pelas dançarinas francesas, desde então toda mulher deve ter em seu guarda roupa essa peça, ela é mais que suporte para que a meia sete oitavos não caia, o acessório denominado cinta-liga dá um ar de quero tudo e que a mulher manda na situação.

O seu poder é magnético faz com que qualquer mulher se sinta ainda mais atrevida, sexy, sedutora e confiante.
Inteiramente disforme, que se torna maravilhoso, isso é fato! Se esta usando um vestido ou uma saia e aparece uma ponta desse conjunto sublime e o homem vê, saiba amiga você acaba de deixa-lo louco.

O que mais chama atenção no homem diante desse conjunto, pernas, meia sete oitavos e cinta-liga é justamente aquilo que a meia não tem. Algo inacabado, como um caminho a ser seguido e que por algum motivo parou, faltando assim um oitavo de não se sabe o quê, um presente a ser desembrulhado. O ar de luxúria da cinta liga realmente tem poderes sobre os homens, e todas as mulheres deveriam se orgulhar de ter e usar.

O conjunto sublime faz a imaginação masculina voar, a comparação do tecido da meia com a textura da pela macia feminina, as cordinhas que dão pressão ao corpo e insensatez e atrevimento da renda que prende na cintura ou algumas vezes na calcinha, acentuando a feminilidade do bumbum, da cintura, pernas e coxas é sim a mágica da imaginação masculina.

Por: Nosso Segredo

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Você trouxe um silêncio que não para de fazer barulho

Tem dias, que a gente acorda pensando no fato de não dormimos por dias, no porque do coração está apertado, em toda a aflição que nos colocamos por algo ou alguém.
A frustração está na expectativa que criamos, não devemos nunca criar expectativas.
Sempre tive certeza, que todos os dias são como desafios de um jogo, sempre uma fase a se vencer. Sempre tive minhas convicções e certezas sobre muitos aspectos.

Nunca fui de perder meu sono, mas a frustração me tirou o sono.
A frustração tirou minha paz, meu sorriso.
A frustração era minha, é minha!
Decidi não tomar mais doses de frustração, decidi que era hora de colocar um ponto final naquilo que está me colocando vários pontos.

Essa noite estava vagando sem rumo, sem saber o que realmente eu precisava.

Descobri que precisava da minha paz de volta, precisava do meu sorriso de volta. Uma hora a abstinência passa, o desejo acaba e antes que o respeito também acabe, estava na hora de um ponto final nessa brincadeira de gato e rato.

Não nasci pra isso, nunca precisei disso.

Tanta gente nesse mundão de Deus e a frustração vem tirar logo de mim a paz?!

Não se discute o indiscutível, mas o silêncio é doloroso. Não o silêncio interno, mas o silêncio que você deixou. Era insuportável a suas investidas diárias, as suas loucuras semanas, passei a detestar terças-feiras e admirar minha trouxice, por sempre aceitar de volta o que nem meu era.
Mas o seu silêncio no decorrer dessa semana… Não, isso foi o caos! Percebi nele, que era preferível as investidas, as terças insanas e a sensação de quero mais.
Estou fugindo, sou covarde, admito. Eu não ficaria bem na sua estante.

Só não quero mais dormir pensando e acordar desejando que o dia acabe logo, porque o tempo passa e as coisas ficam leves novamente, mas não tem ficado. Quando penso que já está tudo resolvido dentro de mim, e é somente eu e o meu silencio novamente, lá vem você com seu barulho todo.

Era pra ser leve, era pra voar. Mas você trouxe um silêncio que não para de fazer barulho.

E essa sensação está me doendo muito. Queria muito que fosse diferente, que a gente virasse os amantes como já propôs, queria que encontrássemos uma vez na semana para um sexo delicioso, para muita risada, que tivéssemos quem sabe uma amizade, que o carnal fosse o foco entre nós dois, em todos os nossos contatos, só que esse sentimento de lixo em mim, que você deixou tá muito foda de suportar. Você tem meu telefone, sabe como me encontrar, se quiser.

Desculpa (e não é por educação), é como pedido mesmo.

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Segredo da Beleza

Segredo da Beleza!!

Outro dia perguntamos, sobre a sensação que você mulher sente, ao usar um batom vermelho.

Não foi á toa!

Um estudo mostra que, quando um homem olha para o rosto de uma mulher que usa batom vermelho, ele fixa mais tempo em seu rosto?!

Tempo esse que é de 73%, dedicação master, a quem está de batom vermelho.

O batom vermelho combina com qualquer tom de pele, então não tem como ter erro. Uma boca vermelha, com um olhar mais clean, pele mais natural possível, é tudo que você precisa, para chamar a atenção de um homem.

Os lábios vermelhos realçam a feminilidade e o poder de sedução da mulher. Trabalha a autoestima de tal forma, que dá a sensação de poder. Como disse Blanca Liane:

“o vermelho sempre esteve ligado à ação: lutar, fugir, reagir. É a cor que faz a adrenalina subir. Está também associada a palavras que nos faz pensar em poder: vencedor, conquistador, intenso, ativo, competitivo, agressivo, apaixonante e desafiador”.

Desafio da semana é, passe um batom vermelho, publique na sua TL a foto com a hashtag#nossosegredo #segredodabeleza #batomvermelho#EllenLage! Que no domingo vamos publicar todas as fotos, divas!!!

“Não precisamos nós arrumar só para ocasiões especiais, nunca se sabe o que pode acontecer numa ida ao portão de casa.”

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Qua é a dos homens?

Por: (Nosso Segredo)

Qual é a dos homens?

Eles querem uma mulher resolvida, linda, esclarecida, gostosa, boa de cama, mesa e banho. Independentes financeiramente, que dividam a conta, que paguem quando necessário, que falem pouco, que não liguem no dia seguinte, que não perguntei “e depois?”, amem futebol, cartas, cerveja, mesmo gosto musical, que saiba estar no salto e andar descalço. Que sejam a perfeição que eles não são.

Mas quando se deparam com uma mulher dessa maneira, não sabem como agir!

Mulher não pode jamais dar carinho, demonstrar desejo, atenção, falar que admira é melhor pular do mutuca porque eles correm mil léguas. Vai falar a palavra amanhã e pronto o carinha pensa: “gamou!”.

Mulher, minha amiga, foge disso. Não tentem entender um homem, eles querem sexo sem compromisso, mas quando você trata tudo sem compromisso você é fria, calculista, sem sentimento, deem o nome que quiser. A relação não se se baseia além da cama!! Ok??!! Mas quando não se quer compromisso, se resume em cama. Sexo, tesão, pele, cheiro, visão. Nada é mais relevante que sexo. Nada importa mais que sexo! Destorce-se o andar, desvirtua-se o caminho. Corre minha amiga, porque vai dar merda e a culpa sempre será tua mulher.
Não se baseia no nada e nem no tudo. Sexo é sexo, como momento para começar e para terminar. E se seu intuito é sem compromisso, não tenha dilemas, não tenha medos. Se ele falar: “eu te vejo?” responda “eu te ligo!”. Não dê bom dia, não dê boa tarde e nem boa noite, e se der só em caso de extrema urgência ou para responder algo que ele tenha falado.

Entenda minha cara amiga, isso não é tática para conquistar um homem. Isso é a maneira de como não ser tratada como mulher apaixonada por um sexo casual.

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Meus segredos mais profundos

por: anônima

Para quem não sabe, Swing ou troca de casais é um relacionamento sexual entre dois casais estáveis que praticam sexo grupal como uma atividade recreativa ou social e existem vários tipos de swing, mas vou comentar a respeito no decorrer do tempo.
Então, aqui estou eu pensando no que escrever, apesar de que minha vida sexual daria um livro, eu e a escrita nunca nos demos bem, o que torna mais difícil contar pra vocês. Resolvi então relatar um pouquinho da minha vida.
Sou uma mulher de 29 anos, com um relacionamento de 10 anos, sendo 05 de casada e um filho.
Perdi a minha virgindade com 15 anos e, depois disso foi só festa! Tive vários homens, aprontava muito, tive varias experiências, umas até loucas de mais. Resumindo, sempre fui uma mulher bem resolvida sexualmente, sem tabus, mesmo sendo educada no meio de tantos não pode isso, não pode aquilo e blablabla.
Quando conheci meu atual marido, estava com 19 anos, não teve nada de paixão a primeira vista não, transamos no segundo encontro, só não teve no primeiro porque estava naqueles dias. Quando estávamos com aproximadamente um mês de namoro e no meio de um bate papo virtual com ele contei que já tinha ficado com dois homens e mais dois mulheres, pronto, a bomba foi solta e ele saiu correndo.

Quando contei pra ele de minha aventura, a principio ele foi bem esperto e fingiu estar tudo bem, me fazendo contar todos os detalhes. Eu, muito animada, pois a minha intenção era participar com ele de muitas outras aventuras, realizando todas minhas fantasias e desejos, contei os mínimos detalhes para ele da noite louca que eu tive. Contei achando que ele iria ficar louco para fazer pelo menos um ménage feminino, afinal de contas, que homem não sonha em ficar com duas mulheres?!
“Ménage à trois, ou simplesmente ménage é uma expressão de origem francesa cujo significado originalmente denominava um domicílio habitado por três pessoas em vez de um casal. Sua tradução literal é “moradia a três”. Atualmente é utilizada para designar os relacionamentos sexuais entre três pessoas. O ménage feminino são duas mulheres e um homem”.

Após tudo detalhado, todas as curiosidades respondidas, ele então simplesmente disse que não queria saber mais de mim. Isso acabou comigo, logo eu fui cair na mão de um homem machista, disse que eu não era mulher pra namorar, que achava isso um absurdo, e por ai vai.
Claro que não iria aceitar um não, marquei um encontro com ele pra conversar melhor, pois ate então estávamos conversando virtualmente, nisso eu chorava horrores, qualquer fim de relacionamento pra mim era terrível.
Encontramo-nos em uma praça a noite, ele chegou com uma cara de que sou macho e nada me abala, e eu fui aos seus braços em lagrimas, sentei em seu colo e me agarrei em seu pescoço. Até hoje caio na gargalhada com esta cena ridícula, mas graças a ela estamos juntos ate hoje. Mais de uma hora de lagrimas e conversa ele finalmente resolveu me dar uma chance de provar que eu valia a pena.
Os próximos meses correu tudo normal, esquecemos o assunto, até que um dia ele me disse que ficou curioso, ou melhor, dizendo com vontade de fazer um ménage feminino, eu mais que surpresa disse sim, claro, óbvio, lógico todas as afirmativas possíveis. Foi ai que ele me contou que sempre foi muito tímido, então acabava perdendo varias oportunidades de ficar com mulheres, nunca tinha feito nada de mais e que não aceitava eu ter mais experiência sexual do que ele, mas à medida que o namoro foi correndo bem, a curiosidade foi aumentando e foi ai que ele percebeu que era a chance que ele tinha de viver loucas fantasias.

A procura pela mulher
Pronto, primeira prova de fogo vencida, ele topou entrar nesse universo comigo, mais ai veio a outra prova de fogo, onde conseguir uma mulher que tope?
Passou pouco mais de um ano e nada de encontrar, por final até ele já tinha desistido, quando que faltando três dias para o seu aniversário, um amigo meu que estava um pouco sumido foi na minha casa com uma namoradinha.

Voltando um pouco a historia esse amigo na época que eu era solteira, além de ser meu amigão, ele era meu PA, sim, meu pinto amigo, e foi com ele que eu fiz aquela loucura que contei no inicio da historia lembram? Se quiserem saber, um dia eu conto pra vocês.

Continuando, papo vai, papo vem, eu comentei com esse amigo que eu estava procurando uma mulher pra ficar comigo e meu namorado juntos, a namoradinha dele, simplesmente olhou pra mim e sem meias palavras disse que topava na hora eu nem acreditei que perguntei de novo pra ter certeza, depois de uma busca incessante de um ano eu encontrei a mulher bem na porta da minha casa.

Então me veio à ideia de presentear meu namorado com um belo ménage feminino no dia do seu aniversário. Deixei tudo combinado com ela, e fui correndo contar pra ele o que tinha conseguido, o homem ficou tão doido que bambeou ate as pernas.

No dia do seu aniversário, nós a pegamos em casa e fomos para o churrasco na casa dele que a família tinha preparado. Ele estava tão empolgado e ansioso que acabou bebendo muito, apressou logo os parabéns e saímos a moda francesa.
Fiz questão de ir no banco de trás do carro junto com ela até o motel, durante o trajeto eu olhei para o retrovisor pra confirmar que dava pra ele nos ver, e então pra começar a esquentar o clima, me virei pra ela, segurei em seus cabelos, dando um leve puxão, empurrei sua cabeça um pouco para o lado, deixando seu pescoço amostra e comecei a deslizar minha língua lentamente sobre sua pele macia e cheirosa, começando da nunca e indo de encontro aos seus lábios, dando uma leve mordidinha e passando a língua envolta de seus lábios, saboreando-a, seguido de um beijo profundo e provocante, deu pra sentir ela se arrepiando, fazendo-a soltar um leve suspiro, nesse momento notei o carro indo a uma velocidade maior, pois meu namorado já estava em ponto de bala e mega ansioso. Após longos 15min de ansiedade, e prazer, chegamos ao motel. Foi o tempo de entrarmos, fechar a porta, e eu já fui empurrando ela na cama, me deitei em cima dela, fiz ela olhar pra ele, olhei pra ele já estático em pé e disse: agora fique observando até eu te chamar para participar (…)

Agarrei suas mãos e as joguei para cima de sua cabeça, enquanto beijava seus lábios macios, minha mão percorria por dentro de seu vestido, indo de encontro aos seios que já se encontravam enrijecidos de prazer, aos poucos fui deixando ela nua, percorrendo minha língua em seu corpo esguio, passando por todos os cantos, quando cheguei à sua bucetinha, seu mel já estava escorrendo pela virilha, neste momento, olhei pro meu marido que já estava pelado com seu cacete duro que ate latejava, mostrei pra ele como ela estava e disse: “estou deixando ela no ponto pra você”, então ele caiu de boca nos seios dela e eu de boca naquela bucetinha linda, primeiramente lambi todo mel da virilha e fui escorregando minha língua envolta de seu clitóris, enquanto introduzia somente a pontinha do meu dedo na sua xaninha, ela tremia de prazer e não demorou muito para ela chegar ao êxtase, contraindo todo seu corpo, segurei seu quadril de modo que minha boca não saísse de seu clitóris, foi um orgasmo incrível.

Chamei-a pra chupar o cacete do meu marido, ele então se ajoelhou na cama e nos duas caímos de boca, uma de cada lado colocou os lábios sobre a lateral do pau dele e em um movimento ritmados íamos de encontro a cabeça do cacete dele onde nossos lábios se encontravam, seguido de um beijo à três, eu, ela e o cacete, ele se contorcia de prazer.

Finalmente falei que era a vez dele, rapidamente ela colocou a camisinha, ela deitada de frente, eu abri as pernas dela e ele foi com tudo, ver a cara dele de prazer transando com outra até que me deu uma pontada de ciúmes sim, mas o prazer que estava sentindo era maior. A parte que mais gostei foi quando subi em cima dela ficando de quatro, e ele ajoelhado fodia ela e depois me fodia, revezando. E assim rolou a madrugada.
Saímos do motel ate de pernas bambas, deixamos ela em casa e fomos embora. Gente, quando chegamos ele queria mais, o homem ficou puro tesão. Acreditam que quando ele acordou, fomos conversar sobre a noite e ele não lembrava quase nada coitado, bebeu tanto e acabou perdendo da memória seu primeiro ménage, e o resto da semana o bicho pegou excitação total.

Nessa época ele morava em outra cidade, já eramos noivos, após um tempo eu já cansada desta situação de namorar à distância, resolvi terminar, falei até que ia vender as alianças, mas ele não aceitou e comprou-as na minha mão, sim, as alianças que ele comprou pra casarmos, eu vendi pra ele, apesar de sofrer com o término como ele morava longe foi mais fácil suportar. Direto conversávamos pela internet e acabamos voltando com o assunto de swing, eu falei que tinha muita vontade mas que não tinha companhia e chamei ele pra ir, sem pensar duas vezes ele topou e deu um jeito de vir o mais rápido possível.

Procuramos na internet então onde tinha uma casa de swing e descobrimos na época a única que tinha em BH, no site não dizia o endereço, tinha que ligar la pra fazer o cadastro e ai eles enviaram um motoboy com o endereço.

Ansiosa para reencontrar com ele e ir a casa, coloquei um vestido bem justo e curto, super provocante. Quando ele me pegou em casa e fomos pra casa de swing, me deu até um frio na barriga(…)

O começo das aventuras

No caminho até o local, que era bem rápido, passou um turbilhão de perguntas na minha cabeça: “é isso mesmo que eu quero? Como é lá dentro? Vou ficar com ciúmes?…”.
Uma dica pra você que tem interesse em entrar para esse mundo, certifique-se que seu relacionamento esteja bem, minha querida, se está pensando em ir com o intuito de concertar algum relacionamento, está no caminho errado, é importante estar em sintonia com seu parceiro, conversar muito, deixar claro o limite de cada um, está segura de si mesma e do seu relacionamento.
Enfim, voltando pra história. Chegamos à casa de swing rua lotada, desci do carro com meu vestidinho curtíssimo, morrendo de medo de algum conhecido me ver, pois ao lado da casa de swing tem um bar dançante “preto e branco”, assim que falamos das pessoas que não são do swing, e pra quem é, são chamados de “amigos coloridos”. Chegamos ao portão da casa, sim é uma casa mesmo, não tem placa, super discreto, mostramos o convite ao porteiro e ele nos encaminhou para fazer o cadastro e pegar o cartão de consumo, lá também possui o guarda-volumes, mas nunca utilizei, após isso voltamos ao portão para subir as escadas para a entrada, nesse momento tem um segurança que revistam os homens, quando finalmente chegamos à porta, uma mulher educada se apresentou, e ofereceu em mostrar todos os espaços, e lá fomos nós… Vou prolongar um pouco a historia pra poder detalhar pra vocês como é a casa, já ouvi gente falando que achava que era um lugar onde todo mundo ficava pelado, todo mundo comia todo mundo, enfim, uma zorra total. Mas não tem nada a ver.
Bem na entrada tem um toalete, ao lado uma escada, descemo-la e na época tinha apenas uma cama em um espaço bem apertadinho, hoje eles abriram este espaço e tem um corredor com duas cabines individuais fechadas com cama. Voltando para a entrada, o primeiro ambiente é um salão com um pequeno palco, onde tem música ao vivo até certo horário, em um momento da noite aparece 2 dançarinos, um de cada sexo para interagir com o público, não galera, não é pra fazer sexo, eles apenas dançam mesmo. Subindo alguns degraus, o segundo ambiente é um bar, com mesas e cadeiras, onde pode ser servido até petiscos, momento descontração, bater papo mesmo. Logo ao lado tem a boate, com um palco maior, e uma barra de pole dance, onde é feita as apresentações de strip-tease, enquanto não tem apresentação à mulherada adora subir no palco para dançar, se exibirem, tem as mais ousadas que tiram a roupa. La dentro tem outra porta que da para a área vip, tem algumas mesas e sofás, esse espaço eles costumam fechar quando tem shows exclusivos de alguma famosa, ai a casa fica lotada. Voltando para o segundo ambiente, tem as escadas, no segundo andar, tem os quartos, onde alguns são privados, que você pode entrar e fechar a porta e ninguém mais vê ou entra, e as cabines aquário, quem está fora vê lá dentro, alguns tem cortina e outros não, tem um cantinho escuro, fechado apenas com um cortinado, mas é escuro mesmo, não da pra ver nada, e entra quem quiser, eu sinceramente, nunca tive coragem de entrar lá, vai saber quem esta lá passando a mão em você, e têm mais três toaletes, ahhh, as roupas de cama são trocadas, basta chamar a camareira. No terceiro andar, é um ambiente mais aberto, sobe somente casal e solteiras (os) que esteja acompanhado de um casal, solteiras (os) não sobem sozinho, lembrando que os solteiros (as) são identificados com uma pulseira antes de entrar na casa, lá tem uma cama enorme bem no centro do salão, em volta possui sofás, em dois cantos são fechados com cortinas, dentro apenas sofás em volta, duas cabines aquário, com tv passando filme pornô, um toalete, um bar pra comprar bebidas e um pequeno palco com uma barra de pole dance. Voltando lá em baixo no bar, seguindo um corredor, que vai da em uma enorme varanda ao ar livre, antigamente não tinha nada, hoje eles colocaram tendas com cadeiras e sofás, tem outro quarto perto dessa varanda que eu sinceramente não estou lembrando o que tem lá, nunca fui. Ufa, acabou, mas a casa é bem grande.

Então, após conhecer todo o local, a moça nos deixou a vontade e saiu e nós resolvemos ficar no bar dançante onde estava mais movimentado. Tinha gente de todo tipo, a grande maioria bem aparentados, todas as mulheres com suas roupas sensuais e chamativas. Por volta de meia noite a uma da madrugada a música ao vivo acaba e o movimento se concentra na boate. Fomos até lá e escolhemos um lugar bem ao lado do palco, afinal, nossa primeira vez, não queria perder nem um pedacinho do strip-tease. Nada do show começar e a mulherada em cima do palco fervendo, dançando, meu marido todo bobo, nunca tinha visto tanta mulher gostosa, e passava a mão nelas, estava igual cachorro no cio. E elas se beijavam, umas tiravam até a roupa. Foi ai que percebi que o primeiro contato entre casais é entre as mulheres, claro que não é regra, mas é o mais comum. Na hora do show de strip-tease, eu já estava até molhadinha de excitação, eles entram sempre com alguma fantasia, cara sarado, a mulher toda boa, e eles tiram tudo mesmo, e mão da galera rola solta pra passar neles, tem striper que deixar chupar o pau, tem louca que chupa né, eu até hoje só bati uma punheta mesmo. Depois do strip-tease, sempre tem umas brincadeiras que o promoter da casa faz, mais pra interagir mesmo e depois o polco é da galera de novo. Resolvemos andar pela casa pra ver como estava o movimento, no segundo andar o bicho já estava pegando, todos quartos ocupados, fomos ver os aquários, casais se pegando, e o meu tesão já estava lá nas alturas, meu marido de pau duro o tempo inteiro, fomos para o terceiro andar e tinha vários casais batendo papo, outros nos amaços, e nos cantinhos com cortina e a meterola já comia solta. Sentamos no sofá do salão mesmo e em seguida sentou um casal ao nosso lado, ele alto, moreno, sarado, com um olhar daqueles, ela baixa, loira, bonita, e não demorou muito pra eles puxarem assunto. Disseram que já estava de olho em nós a muito tempo, ai contamos que era nossa primeira vez, o papo foi fluindo, eu comentei que nunca tinha feito dp (dupla penetração), e que morria de vontade de fazer, e ela disse a mesma coisa, então, combinamos: é hoje que nós vamos fazer. E descemos pra procurar um quarto, tivemos que esperar desocupar um e até que a camareira vem pra trocar a roupa de cama, conseguimos uma daquelas cabines aquários, mas com cortina. Entramos e eu fui logo beijando ela, tirei toda sua roupa, ela tirou a minha, mas não demorei muito com ela não, a entreguei pro meu marido e fui logo agarrar o homem dela, ele então me pegou de jeito, ai que pegada ele tinha, “fiquei até molhada aqui escrevendo pra vocês,” me beijou com vontade, seus lábios desceram pra minha nunca, arrepiei todinha, quando ele me tocou ficou supresso em como estava molhada, e eu fiquei surpresa quando vi o cacete dele, era do jeitinho que eu gosto, latejava na minha mão, pronto pra explodir, eu não aguentei, virei de costas, ajoelhei na cama e pedi pra ele enfiar aquele cacete gostoso dentro de mim, após colocar a camisinha ele enfiou com cuidado pra não machucar, mas depois já todo dentro ele segurou minha cintura que estava a rebolar em seu cacete e foi com tudo, soltei um gemido gostoso, olhei pro meu marido que estava ao meu lado e que já estava sendo cavalgado pela mulher e beijei ele bem gostoso e disse, quero você aqui dentro de mim também, foi então que levantei, joguei o cara na cama, subi em cima dele, cavalguei gostoso no pau dele enquanto ele me puxava pelo cabelo e me perguntou se eu queria outra rola dentro de mim, eu rapidamente chamei meu marido de cachorro e falei pra ele vir me comer, ele então deixou a mulher e se posicionou atrás de mim, vagarosamente ele introduziu o cacete dele na minha bundinha, não precisou nem de lubrificante, eu estava muito molhada e depois voltei a sentar no cacete do cara, fui a lua e voltei, ter todos meus espaços preenchidos foi maravilhoso, eu cavalgava em dois cacetes, e eles deliravam de tesão, aconteceu tudo tão rápido, desde que começamos não tinha nem 5 minutos direito quando escutamos a porta bater com força, eu assustei e olhei pra trás, e onde estava a mulher do cara????????
Ela simplesmente pegou as coisas dela e foi embora, por uns 5seg ficamos parados naquela posição sem saber o que tinha acontecido. Levantamos então, e falei pra ele ir atrás dela, ele muito sem graça, pediu mil desculpas e foi embora.
Gente, imagina você no auge do tesão, numa trepada gostosa, acontece isso?!
Ai ai, depois de acabar de dar pro meu marido, vestimos a roupa e fomos embora também.
Ao finalizar a conta e pagar eles deram um cartão de acesso para o dia seguinte. Quem vai à sexta, tem entrada free para o sábado. Ótimo né? No caminho da minha casa eu entreguei pra ele as alianças, que eu vendi pra ele, me pagou conforme combinado e então perguntei se iriamos voltar no dia seguinte, sem hesitar ele disse que sim, dei um beijo nele que o deixou de pau duro e fui embora.

Para as curiosas de plantão, na próxima parte vou contar como foi nosso segundo dia, vou adiantar pra vocês, rolou com 3 casais, tudo junto e misturado. E desculpem se demoro pra escrever, meus dias estão um pouco corrido.

Chegando em casa naquela noite, alias, já devia estar amanhecendo ne, quem disse que conseguia dormir, morrendo de tesão ainda, tive que da um aliviada. Escorreguei meus dedos por entre minhas pernas e mesmo após um bom banho eu continuava molhadinha, meu melzinho escorria que excitação era aquela gente, massageei meu clitóris, ate sentir todo meu corpo tremer, foi uma gozada gostosa, mas não fiquei satisfeita, precisava de um cacete duro dentro de mim, mas o jeito era esperar até a noite para mais uma aventura.
Dessa vez me vesti como uma puta mesmo, vestido de couro preto, decotado até a bunda, salto altíssimo, pra finalizar amarrei uma fitinha vermelha na perna, cabelos longos jogados para o lado e make caprichada.
Meu marido quando chegou ficou de queixo caído, cumprimentei com um doce beijo em seus lábios e com um leve toque em seu cacete que pra minha surpresa já estava quase em ponto de bala.
Chegamos a casa e fomos pegar uma bebida, só assim pra me soltar um pouco, afinal de contas sou bem tímida, e fomos direto pra boate, a casa já estava lotada, e em cima do palco já tinha varias mulheres dançando. Meu marido insistente pedia pra eu subir no palco também, pra isso tive que beber mais uma dose de caipirinha, e então subi e me soltei de vez, fechei os olhos e comecei a dançar bem sensual, quando dei por mim eu já estava rodeada de mulheres me pegando e me beijando, meu tesão foi a mil, uma delas me encostou na barra do pole dance, subiu meu vestido ate a cintura, se ajoelhou na minha frente, arredou minha calcinha para lado e ali mesmo começou a me chupar, sua língua macia sabia exatamente onde encostar, me segurei na barra, pois minhas pernas tremiam, quando estava prestes a gozar só escutei a voz no microfone dizendo pra liberarem o palco pois o show já iria começar, aff gente, não é possível, segunda empata foda, mas tudo bem, desci do palco e me juntei ao meu marido, que me beijou loucamente, beijo de puro tesão. Assistimos ao show super animados e depois fomos da uma volta pela casa pra ver o que estava rolando de bom, alias, ali só rola coisa boa ne.
Subimos para o segundo andar, demos uma espiada no corredor escuro, mas não se via nada, apenas sussurros, gemidos e estalos de beijos ardentes,
Algum quarto aquário com casais se enroscando que mal dava pra saber quem era quem, e fomos parar em uma pequena varandinha, onde tinha uns três casais apenas conversando. Entrosamos-nos com dois deles, bate papo vai e fomos parar em um quarto bem grande, com a cama no meio e nos cantos tinha uns sofás, deixamos a porta aberta, e fomos direto pra cama. Ajoelhei-me na cama junto com uma delas e começamos a nos beijar, enquanto que a outra me pegou por traz, arredou meu cabelo para cima e foi beijando minha nuca, me arrepiei toda, quando olhei para o lado havia outro casal sentado no sofá nos observando, e logo em seguida eles perguntaram se poderiam participar também, com todos de acordo, resolvemos então fechar e trancar a porta, afinal quatro casais já estava bom ne. E então foi assim, todas as mulheres se pegaram e todo o homem pegou todas as mulheres. Todo mundo gozado, e feliz, levantamos e acabou sendo uma bagunça pra cada um achar sua peça de roupa, antes de sair do quarto tivemos um conversa curta e pegamos o numero de celular dos casais.
Voltamos para a boate, dançamos mais um pouco, rolou alguns amaços com outras pessoas, mas ficou por isso mesmo e fomos embora.
No caminho de casa, eu acabei chorando e pedi pra voltar o namoro com ele, mesmo achando difícil da certo esse namoro à distância, ele topou tentar de novo. Ele parou o carro na porta da minha casa, e ali mesmo ele me fodeu muito gostoso, depois fui pra casa feliz da vida, deitei e apaguei dessa vez.
E assim foi, nos casamos, tivemos um filho e ate hoje continuamos nessa vida “colorida”.
Foi uma experiência maravilhosa, mas vou confessar pra vocês que este dia eu morri de ciúmes do meu marido, naquela época ele era muito afobado, não sabia lidar muito bem com a situação, apesar de estar no meio da bagunça, não quer dizer que não quero atenção do meu companheiro, afinal de contas meu prazer é de participar junto com ele, sentir prazer com o prazer dele com outra. O que costumo dizer para os iniciantes é para que conversem bastante, dialogo é fundamental, além de saber o limite de cada um o importante é saber respeitar. E foi o que sempre fiz, conversamos até hoje sobre o que incomoda cada um, só assim conseguimos chegar a um consenso para que sempre de certo.
O que vão querer para a próxima parte?
Festa a fantasia com direito a um leve gang bang ou uma surpresa inesperada no motel com Ménage masculino e DP.
Fico aguardando pelos votos.
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“A morte está atrás do seu beijo, e não me interessa nada que não possa me matar.

Não quero trajetos sem pedras, pessoas sem problemas, muito menos glórias sem lágrimas. Não quero o tédio de só continuar, a obrigação de suportar, andar na rotina só por andar. Não quero o vai andando, o é a vida, o tem de ser, nada que não faça gemer. Não quero o prato sempre saudável, a saladinha pura, a cama casta, o sexo virgem.

Não quero o sol o dia todo, a reta sem a mínima curva, não quero o preto liso nem o branco imaculado, não quero o poema perfeito nem a ortografia ilesa. Não quero aprender apenas com o professor, a palmadinha nas costas, o vá lá que isso passa, a microsatisfação, a minúscula euforia. Não quero os lábios sem língua, a língua sem prazer, fugir do que mete medo, e até me acomodar no que me faz doer. Quero o que não cabe no regular, o que não se mede nos manuais, o que não acontece nos scripts.

Quero a ruga esquisita, a mão descuidada, a estrada arriscada, a chuva, o vento, as unhas cravadas, o animal do instante. Quero ainda tentar o que ninguém fez, olhar para o imperdoável, gastar como um louco as possibilidades. Quero sobretudo o que me assusta, o abismo em segredo, o interior das suas pernas, a maneira como o suor escorre no centro do seu peito, e a forma impossível como você se exprime quando vem.
Me disseram que o seu beijo matava e eu não liguei,
há alguma maneira de sair com vida de você?”

(Pedro Chagas Freitas)

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Doenças Sexualmente Transmissíveis

Segredos…

Doenças Sexualmente Transmissíveis

Falar de sexo é bom, é saudável, é prazeroso..fazer então!!! Nem se fala! 

Mas deve ser feito com segurança! Pois ao mesmo tempo que nos da prazer pode colocar em risco nossa saúde. Temos que estar ligados!

Entre riscos, estão as Doenças Sexualmente Transmissíveis, que são além de problemas graves, relativamente comuns.

Mais comum do que vocês imaginam!!!!!!!!!!!!!!

As Doenças Sexualmente Transmissíveis-DSTs são, também, um desmancha prazer, acabam com tesão. Ainda que algumas doenças sexualmente transmissíveis tenham cura, outras acompanham a pessoa por toda a vida (não têm cura). Doenças sexualmente transmissíveis podem afetar a saúde física, emocional e a qualidade de vida da pessoa.

É muito comum a pessoa não apresentar sintomas das doenças sexualmente transmissíveis, na maioria das vezes nos estágios iniciais da doença. Isso pode ocasionar a falta de tratamento até que a doença fique severa. A falta de tratamento precoce pode causar problemas sérios como infertilidade. Algumas doenças sexualmente transmissíveis podem passar para o bebê durante o parto ou gravidez.

DSTs são um sério problema para quem pega, para quem transmite e para o relacionamento das pessoas envolvidas.

Na verdade estas doenças são hoje um problema para todo mundo, pois, à medida que elas se tornam mais frequentes ( o que de fato está acontecendo), aumenta a chance de uma pessoa se relacionar com outra infectada. E não adianta pensar que o bonitinho, a bonitinha, “o direitinho”, “a direitinha”, seja uma garantia, pois ninguém conhece com toda a certeza a vida sexual, senão a sua própria.

Vamos aprender um pouco mais sobres estas doenças, pois o conhecimento é uma das boas armas para se proteger:

—O que são DST?

São aquelas que você adquire ao ter contato sexual (vaginal, oral ou anal) com alguém que já tenha DST. Causadas por várias bactérias e vírus, mais de 20 doenças sexualmente transmissíveis afetam homens e mulheres.

—Como se pega uma DST?

Por meio do contato sexual genital, anal ou oral com um(a) parceiro(a) infectado(a)

– Quem pode pegar uma DST?

Qualquer indivíduo que se relacionar sexualmente com um portador de DST, mesmo que este não manifeste nenhum sinal ou sintoma da doença, pode pegar uma DST. Independentemente de gênero (homem ou mulher), idade, raça, nível cultural ou condição socioeconômica.

— Quem está mais sujeito a pegar uma DST?

Qualquer pessoa que tenha vida sexual ativa pode se infectar com uma DST, incluindo o HIV-Aids.
No entanto, o risco é muito maior nas pessoas que trocam frequentemente de parceiros(as) sexuais e/ou que não usam camisinha, feminina ou masculina, em todas as relações sexuais.

— O que fazer para não pegar uma DST?

Partindo do princípio de que as pessoas querem fazer sexo, que o sexo é uma atividade saudável e prazerosa, não fazer sexo está fora de cogitação, então use CAMISINHA!! ESTA É A MELHOR FORMA DE FAZER SEXO SEGURO.

Para fazer sexo seguro é necessário entre outras coisas:

• Procurar manter-se sempre bem informado e com garantia de acesso ao preservativo e material educativo ou oportunidade de discussão sobre o assunto.

• Dialogar com o parceiro sobre as vantagens e desvantagens do uso da camisinha (inclusive, se for o caso, a opção da camisinha feminina) e negociar seu uso.

• Usar preservativo em qualquer tipo de contato sexual com pessoas que você não conhece ou não tem condições de avaliar o risco, o que ocorre, frequentemente, em encontros ocasionais.

Pode acontecer, infelizmente, que um único descuido resulte numa DST.

Se isso acontecer, o que fazer?

Bem, há um problema. Nem sempre as DSTs mostram a cara. Ou seja, podem não apresentar nenhum sinal ou sintoma.

Neste caso, se o indivíduo perceber que correu risco de pegar uma DST deve procurar um serviço de saúde.

Existem exames (como a sorologia para sífilis, citologia oncótica ou Papanicolau, sorologia para HIV, Hepatite B e C, entre outros), que podem descobrir uma DST antes de que ela mostre algum sinal ou sintoma. O diagnóstico e o tratamento precoce, além de evitar a transmissão para um outro parceiro(a), evita várias complicações que podem ocorrer como consequência das DST, tais como:

infertilidade, cegueira, necessidade de intervenções cirúrgicas, abortamento e malformações congênitas (no caso de sífilis em gestantes), câncer de colo de útero, hepatite, cirrose e câncer de fígado. Além disso, aumentam a chance, pelo menos em dez vezes, de infecção pelo vírus da AIDS

(HIV)

—Quais os principais sinais e sintomas das DSTs

As DSTs, por serem produzidas por vários microorganismos diferentes, apresentam vários sinais e sintomas diferentes. Os mais comuns são:

Feridas nos orgão genitais e ou no ânus – Sífilis (cancro duro), Cancróide (cancro mole), Linfogranuloma venéreo(mula), Donovanose(granuloma inguinal), Herpes genital. Estas feridas podem aparecer na boca.

Corrimentos vaginal (que podem vir acompanhados de coceira e mau cheiro) – Tricomoníase, Candidíase, Vaginose bacteriana.

Corrimento cervical ( pode vir acompanhado de dor no baixo ventre) – Gonorréia e Infecção por Clamídea.

Corrimento uretral (canal da urina) – Gonorréia ( com ardência ao urinar), Uretrite não gonocócica.

Verrugas anogenitais – Papilomavírus Humano-HPV, que também é responsável pela grande maioria das displasias e câncer cervicais.

O que devo fazer na suspeita de uma DST?

Evite as relações sexuais.

Se você suspeitar que esta com alguma DST diante da presença de corrimento, ferida, dor ao urinar, dor durante a relação sexual ou manchas na pele, a primeira coisa a fazer é parar de ter relações sexuais até saber o que se tem.

Sempre procure um serviço de saúde!

Não pense duas vezes!!! Procure imediatamente o serviço de saúde mais próximo de casa ou trabalho, para receber atenção de um(a) médico(a) ou de um profissional de saúde. Não deixe de relatar ao(à) profissional todos os sintomas, mesmo aqueles que você não considera importantes.

Conte também se você teve alguma relação sexual sem camisinha nas últimas semanas. Não tenha vergonha, toda informação é muito valiosa.

Tratamento por conta própria N U N C A !!!

Jamais use medicamentos por conta própria, a partir de orientação de parentes, vizinhos(as), amigos(as) ou balconista de farmácia. Mesmo que você já tenha utilizado algum medicamento antes, não recorra a ele, pois nem sempre será a solução para o seu problema atual. Faça todos os exames solicitados e siga corretamente o tratamento e as orientações do profissional de saúde.

Converse com seu parceiro ou sua parceira.

Não deixe de conversar com seu parceiro sexual. Ele precisa ser informado do problema para que também procure um profissional de saúde, pois mesmo sem os sintomas, ele pode estar infectado.Além do risco de pegar a doença e sofrer suas consequências, podem transmiti-la para outras pessoas, sem querer ou saber. Se ele não se tratar, você poderá se infectar novamente numa próxima relação sexual.

Previna-se sempre!

Após o tratamento e cura, não dê nova chance às DSTs. Previna-se em todas as relações sexuais, use sempre camisinha, seja ela masculina ou feminina.

O que você precisa saber sobre doenças sexualmente transmissíveis?

– A quantidade de pessoas contraindo doenças sexualmente transmissíveis está aumentando.

– Doenças sexualmente transmissíveis afetam homens e mulheres de todas as idades, etnias e classes sociais.

As doenças sexualmente transmissíveis são tratadas com mais sucesso quando

diagnosticadas cedo. Há testes e muitos tratamentos para doenças sexualmente transmissíveis.

Quando você tiver uma doença sexualmente transmissível é melhor procurar tratamento imediatamente. É importante saber que mesmo que o tratamento curar a doença sexualmente transmissível você pode tê-la novamente. Então use sempre camisinha.

ATENÇÃO!!!!!!!!!!!!!

Atualmente existe uma programa do Ministerio da Saúde que se chama PEP sexual? PEP sexual (profilaxia pós-exposição sexual): é uma medida de prevenção que consiste no uso de medicamentos até 72 horas após a relação sexual, para reduzir o risco de transmissão do HIV (vírus

da aids), quando ocorrer falha ou não uso da camisinha. Caso ocorra algum tipo de contato sexual sem preservativo, ou ocorer rompimento do preservativo durante a relação sexual, procure imeditamente uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Após a exposição, quanto mais rápdo procurar atendimento, diminui a chance de infecção pelo HIV.

Por:
Izabel Chagas – Enfermeira do Ambulatório de Dermatologia e Infectologia

Debora de Freitas Santiago – Enfermeira do Ambulatório de Dermatologia e Infectologia

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Os homens que gostam muito de mulheres

(…) Logo, eu pediria às mulheres que tirassem esse tipo de sedutor da lista de procurados pela Polícia Federal. Eles são do bem. Podem quebrar um coração ou outro ao longo do caminho, mas quem nunca fez isso? Na conta geral, distribuem muito mais satisfação do que provocam sofrimento. Eles ajudam marcar na régua a intensidade a que pode chegar uma relação. Eles ficam na memória como coisa boa. Eles proporcionam, com todos os seus problemas, um tipo de relação que todo mundo deveria ter algum dia na vida: sem futuro, mas com um presente inesquecível.

[Os homens que gostam muito de mulheres]

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Nada é tão bom quanto transar contigo pensando em ti

—> Nada é tão bom quanto transar contigo pensando em ti <—

Três anos se passaram sem se quer uma notícia, uma SMS ou sinal de fumaça. Você estudava do lado do meu trabalho, meu horário de saída coincidia com o início da tua aula e, ainda assim, o destino não cruzou nossos caminhos em nenhuma noite desses últimos 36 meses. Se por um lado eu agradecia aos céus, confesso que inúmeras vezes cogitei conseguir seu número com um amigo e propor um encontro em uma segunda de folga.

Sabia que você estava atuando como pai de família e eu também sustentava minha pose de esposa e mãe exemplar. A verdade é que a maternidade meio que me converteu e sempre que era tomada por esses pensamentos mirabolantes dava um jeito de abrir um livro e pesquisar ainda mais sobre alimentação saudável, benefícios da amamentação prolongada e afins.

Há alguns meses fui surpreendida com uma foto sua em uma rede social de uma guria das antigas. Sim, seu casamento tinha acabado e tu estava curtindo um fim de semana romântico em Ouro Preto com aquela que, finalmente, saiu do papel de amante e foi promovida à namorada. Pobre moça, pensei. Tão apaixonada. Um riso largo contornado por um batom vermelho e uma legenda fofa que convencia o mundo de que estavam vivendo o ápice da felicidade.

A conheci há alguns anos em uma festa universitária na república em que sua prima morava. Em uma baladinha qualquer trocamos meia dúzia de palavras, bebemos juntas, cantamos uns melodramas dos Hermanos, nos adicionamos nas redes sociais e compartilhávamos textos e poemas de autores cults contemporâneos.

Não me lembro de ter falado de ti, não tínhamos intimidade para esse tipo de lamentação, mas lembro de uma época em que ela morreu de amores pelo Dudu. Ela é legal. Eu sei. Só fiquei surpresa que tenha sido ela o pivô da sua separação. A guria deve ser boa mesmo. Conseguiu de forma digna o que tentei (em vão) por mais de cinco anos: te livrar daquele ser estranho que lhe roubava o brilho dos olhos e convencer que valia a pena se arriscar em outra história.

Claro que fiquei sabendo das circunstâncias e de como tudo aconteceu. Reza a lenda que até uma latada de NAN na cabeça em pleno shopping rolou. Pesado isso ai, mas me convenci de que alguma coisa forte tu devia sentir: assumir a amante de peito aberto logo após se livrar de um casamento? Se não era amor estava trilhando o caminho. Achei bonito, mas não consegui desejar felicidades, confesso.

Pouco tempo depois me contaram que a história não era tão recente assim: vocês já estavam juntos quando você descobriu que ia ser pai (e o filho não era dela). Ela te viu partir rumo a tentativa de formar uma família perfeita com sua ex. Complexo isso, mas bastante compreensível. Claro que na primeira oportunidade você recorreu a ela como válvula de escape e como era de se esperar: a enfeitiçou a ponto de aceitar suas migalhas e esperar uma conspiração do universo.

Não a julgo. Sei bem como funciona. Você é quase um diabo, mas que bom que no caso dela foi mais rápido. Eu continuo esperando essa conspiração cósmica. Continuo esperando que você olhe pra mim. Há exatos treze anos.

(…)
Em uma terça -feira qualquer acordo, esfrego os olhos e checo a hora: 7h45 da matina. Vejo o ícone do whatsapp no alto e, mesmo morrendo de sono, clico para conferir se eram as moças ousadas dos vídeos que andam reascendendo minha libido. Sim, eram elas. Mas, logo abaixo estava sua cara estampada com o número ainda por gravar. Uma mensagem breve: “tenho pensado muito sobre o lance de dormir com vontade ou acordar arrependido”.

Pronto.
O caos estava anunciado.

Levei pelo menos duas horas para conseguir focar e responder algo no mesmo teor. Me limitei a dizer que “disso eu entendia” eu perguntar se, afinal, você havia dormido bem. Tu estava na estrada e mandou uma foto da placa que anunciava a entrada de São Paulo. Conversamos sobre superficialidades da vida. Na foto de perfil estava teu moleque pendurado em teu pescoço. Demorou alguns dias até que finalmente nos encontrassemos.

Tudo meio inesperado: já era sexta-feira, meu filhote estava com a avó e duas amigas vieram tomar café da tarde comigo. Mais cedo você havia mandado uma mensagem tosca falando sobre o dia do orgasmo. Ri e igonorei, mas falávamos de você exatamente quando o celular tocou e tua foto apareceu no visor.

Tinha acabado de chegar de viagem e queria saber onde eu estava. Fiquei em dúvida se devia responder. A voz travou. Enrolei e, por um motivo qualquer você disse que retornaria em cinco minutos. Nessa altura as meninas já estavam recolhendo o lanche, arrumando a mesa na velocidade da luz e quando dei por mim estávamos no meu quarto escolhendo um look casual e uma calcinha sexy. Minha cabeça girava a 200 km/h, meu coração estava gelado: porra, poderia ser qualquer um, mas era você! Outra vez você!

Estava insegura. Havia me separado há pouco mais de dois meses e recuperava de um quadro clinico há vinte e poucos dias. Pesava exatos 44 quilos e me torturava na academia há duas semanas tentando recuperar o mínimo da auto-estima. Tudo aqui dentro estava fora do lugar e eu sabia que o caos seria elevado ao nível máximo quando você entrasse pelo portão. Aliás, eu sabia que mais cedo ou mais tarde iríamos nos render, mas não podia imaginar que seria debaixo do meu teto que nos reencontraríamos.

Escovei os dentes e mandei uma mensagem: você tem meia hora. Enviei a localização e antes mesmo que as meninas tivessem sumido no fim da rua você já estava ligando perguntando se tinha vaga na garagem.

As pernas tremeram. Levei quase dez minutos da porta da sala até o portão. Não sabia se quer com qual carro tu estava e me arrepiava a nuca saber que em poucos segundos estaria sob a mira do teu olhar escutando tua voz há poucos centímetros de mim.

Tu desceu do carro, falamos alguma coisa sobre o tempo (sim, havia muito tempo). Você implicou com a cachorra – claro. Sentamos no sofá da sala. Você falava sem parar, ascendeu um cigarro, continuou falando. Te ofereci um copo de água enquanto observava teus traços e seus fios grisalhos que começaram a tomar sua barba te deixando ainda mais charmoso. Já te contei que você é o homem mais bonito do mundo?! Pois é.

Antes mesmo de dar o último trago no primeiro cigarro ja ascendeu mais um. Logo questionei: e aquela história de que quando tivesse um filho iria parar de fumar? Tu negou. Fingiu não saber do que eu falava. Fumou. Tomou a água. Me contou do sucesso da sua empresa, do fascínio pelas aventuras nas trilhas que andava fazendo de moto.

Sentou do meu lado do no sofá. Assistimos A Ursupadora. Tu contou algumas peripécias do teu filho. Eu pouco falei. Não queria estragar tudo. Estava sem voz e precisava decorar cada gesto, cada detalhe, precisava armazenar aquele momento na memória. Porra! Era você! Bem aqui no meu sofá.

Entre um caso e outro você reclamava. Estava cansado da viagem. Repetiu isso 90 vezes. E reclamava de novo. Aliás, você sempre reclama. De tudo. O tempo todo.

Começou Chaves e eu me toquei que a hora estava passando. Daqui a pouco eu teria que buscar o filhote na casa da avó. Tínhamos pouco tempo. Reuni todas as minhas forças, fui lá no fundo do meu ser recuperar um pouquinho da mina descolada, inconsequente e ousada que fui há alguns anos. Aproveitei o minuto de silêncio que rolou e questionei: tu ta mesmo muito cansado?

Tu respirou fundo, virou a cabeça de lado e respondeu: você não está com uma cara muito boa.

Sim. Tu entendeu a deixa e sabia exatamente o que eu queria. Pulei no teu colo. Senti teu cheiro e beijei tua orelha. Depois seu pescoço e, por fim, sua boca. Meu Deus… que boca! Aquele mesmo gosto quente e seco.

A partir daí só lembro que tu tirou minha blusa ainda na sala, nos beijavamos com vontade, suas mãos me apertavam forte e passeavem em todo o corpo, mas em um certo momento te arrastei para o quarto. Precisava te levar ao guarda-roupa. Sim! Nosso lugar favorito! Não era o mesmo guarda-roupa da casa dos meus pais, mas a ideia era a mesma. Eu precisava ter certeza que certas coisas não mudam nunca.

De fato, não mudaram.

Uma hora depois e o celular começou a tocar. Eu precisava ir. Você também. Com a gente nunca teve aquele mimimi de “foi bom rever você” ou se quer um beijo de despedida.
Isso também não mudou. Nos vestimos e você ficou de “pagar as proximas parcelas” em breve.

Abri o portão e tu partiu. Estava empolgado para a trilha que faria no dia seguinte, mas me ameaçou dizendo que caso não conseguisse ir a culpa seria minha – tinha se esforçado demais.

Mentira. Somos muito bons nisso juntos e você seria capaz de passar a noite aqui e acordar cedo super disposto no dia seguinte -como de fato aconteceu algumas semanas depois.

Pois é.
Os dias seguiram. Nos vimos outra vez. Mais uma vez. E outra… e outra. Eu me apaixonei por ti ainda mais em cada um desses encontros. Fui aos céus em cada vez que você me penetrou. Sabia que a tragédia estava anunciada e fiz questão de aproveitar cada segundo perto de ti.

Te ouvi confessar, ainda em cima de mim, que nada é tão bom quanto transar comigo pensando em mim. Ainda se explicou: era complicado transar com outras pensando em mim (oi? Como é isso? ).

Decorei as linhas do teu corpo pela milésima vez, guardei uma meia que tu esqueceu, fiz fotos escondidas, mirabolei finais de semanas juntos, planejei rotas para te levar em meus lugares favoritos e até cogitei viver sob suas condições. Mas, infeliz – ou felizmente – eu ja não sou a mesma, meu caro.

Já não tenho saúde para tamanha inconsequência. Já não consigo ser imune a essa história de ter sua melhor parte, mas não estar de mãos dadas contigo. Já não tenho disposição para esperar o dia que tu pode/quer me encaixar na tua agenda, nem tão pouco consigo me contentar com suas migalhas.

Te ter de segunda a sexta, mas ser obrigada a ver sua moça de batom vermelho postar foto ao teu lado com legenda mela cueca cuspindo em minha face que é com ela que tu passa o sábado e o domingo nas rodas entre os amigos, apresentando à família e curtindo as viagens pelo interior de Minas.

Não sei mais separar amor de tesão quando se trata de você e, no alto dos meus vinte e poucos anos – depois de um casamento fracassado – decidi que não vivo mais pelas metades. De mentira.

Precisei surtar contigo. Vomitar minhas verdades em três páginas de texto corrido, te bloquear em seguida e deletar da lista de contatos. Ignorar tua existência não tem sido algo fácil. Ando perambulando feito um dependente químico em abstinência. Só Deus sabe como tem sido difícil ser eu, mas é melhor assim.

A dor da rejeição beira o insuportável, principalmente quando se está há treze anos tentando convencer alguém do sentimento que tu carrega no peito. Principalmente quando se tem que admitir que todos os passos dados foram para esquecer e superar justamente quem já deixou claro, mais de uma vez, que não lhe cabe no peito.

Olhar pra si e perceber que de nada adiantou remar tanto contra a corrente: você continua parada exatamente no mesmo lugar. Você tentou de todas as formas, mas ele é o dono do seu coração e da sua alma. Você sabe que não precisa, não merece, mas você simplesmente não consegue controlar ou mudar o que acontece dentro de ti. Você insiste em esperar que a pessoa se comova, tenha um estalo a admita que também lhe quer. Você insiste em ir contra todos os sinais que a vida lhe dá. Joga fora os conselhos dos amigos e manda o dedo do meio para os analistas.

A verdade é que não desejo isso a ninguém e tô pagando mesmo pra ver onde é que isso tudo vai parar. Quanto tempo vou segurar minha onda? Por quanto tempo voce vai respeitar minha decisão e não me procurar? Onde estaremos daqui 13, 20, 50 anos? Ainda está pra nascer quem vai me convencer que sou apenas seu sexo fácil. Que não tenho nenhum poder sob você ou que não balanço teu coração. Digam o que quiser, eu vou ficar exatamente aqui esperando sua pose de galã da novela das 21h cair por terra. Esperando sua máscara cair e seus ombros não suportar o peso de renegar o que carrega ai dentro dedicado a mim.

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Do abuso ao prazer

Por: Anônima

Do abuso ao prazer….

Conheci a sexualidade ainda muito criança, lembro de masturbar muitas vezes, bem novinha.

Venho de família tradicional, classe média, filha caçula, protegida de todos na rua, mas os abusos aconteciam dentro de casa, pelos empregados da família, com uma certa frequência.

Como criança, não entendia…

Mas lembro de um dos empregados do meu pai tocar-me sempre… Insinuando que daria umas “palmadas no meu bumbum”, sempre…. sempre foi assim…. até depois de adolescente, mas admito: nesse caso eu não via maldade, não levada para o lado sexual.

Até quando o abuso realmente aconteceu…. Um fim de semana, outro funcionário de meu pai….
Aproveitou-se de uma tarde que eu estava na casa dele e consumou o fato.
Tocou-me, masturbou-se, falou um monte de coisas… Desse dia em diante, acabou meu sossego.
Ele aparecia em todos os cantos, em todos os quartos, bastava eu ficar sozinha, parecia que ele sentia meu cheiro… Desse dia pra frente acabou meu sossego, eu ouvia e via coisas que eu não queria ver, que não precisava ouvir….

Acabei para o mundo, eu nunca mais me toquei, nunca mais me masturbei…

Sexo ou sexualidade para mim era crime, para minha família também.
O tempo passou, e eu esqueci completamente do que havia passado durante toda minha infância, até começar a relacionar-me com homens e não ter muito sucesso.

Minhas fantasias sexuais são nojentas, sujas, insanas…

Nunca fui de falar, comentar, ou de contar meus desejos sexuais…
Curto sadomasoquismo, adoro sexo selvagem, simulo estupros, curto orgia, sinto tesão em ver uma mulher com vários homens.. Adoro!

Tenho vergonha de tudo isso. Por isso tenho problemas sexuais no meu casamento,
tenho medo do meu marido não topar, não gostar, achar estranho…

Tenho vergonha de mim, da minha história, dos meus pensamentos…

Sinto culpa, sinto que em algum momento eu senti prazer, mas o abuso não é legal,
não é correto, por isso repugno tudo que sinto. Infelizmente sou assim….